Ontem vinha movida pela vontade de expressar uma tarde de ti.
Mas o léxico é demasiado escasso para se definir um NÒS.
Vive-se, absorve-se, sente-se.
Ao longo de todos estes meses este espaço tem sido sustentado pelo meu eu a ti, pelo teu tu a mim.
Não quereo retratar uma história.
Este espaço serve, como disse há meses atrás, na materialização, na verbalização de sentires contidos.
Sentires que não podem ser contados, podem unica e exclusivamente ser partilhados, por ti e por mim.
Uma fase em que me disperso com muita facilidade, uma fase constante e crescente em que estás intensamente em mim.
Dizer-te: Quero-te MUITO, dizer-te e redifinir os meus sentires por ti.... Já há muito que não precisamos.
Os nossos olhares, as nossas expressões, os nossos abraços, os NOSSOS....NOSSOS...NOSSOS...NOSSOS....NOSSOS, SÒ NOSSOS.
Certa estou, que muitos sentem como sentimos, mas EU nunca tal vivi, nunca tanto quis, nunca tanto fui feliz, e sinto-te como uma benção na minha vida.
Meu Doce Pecado?
Não , não sou o teu Pecado, sinto-me Tua, sinto-te Meu
AIIIIIIII
Quero tanto gritar o bom que é ser-se Nós. Palpito, suspiro, sorrio, vibro, sinto....
Preciso sim das palavras
Foi nas palavras que nos reencontramos
Foi nas palavras que nos redescobrimos
Foi nas palavras que nos amamos
Foi nas palavras que choramos e que sem promessas nos dissemos,
AMO-TE MUITO!!
Eu,
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