Na escuridão do meu quarto. No aperto provocado por tantas pequenas , enormes coisas ouço de forma repetida, e repetida. Provoco o choro, como um bulímico provoca o vómito. Não vivo a rejeição, nem a recusa. Simplesmente saboreio o bom que a minha vida tem, e sinto esta explosão que me saí da alma. Uma explosão descontrolada que me acalma . Uma explosão que me cansa, e me conduz ao sono. Um libertar! Sinto-me intensamente viva, descoordenada, mas viva!
Eu,
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