terça-feira, 22 de julho de 2014

MUDANÇAS

Anos de desejo, de vontade , de expectativas!
Anos que passam, e para trás fica o futuro de um presente inerte.
Vontades que pouco valem quando acompanhadas do medo de agir.
Sabe-se o que se quer. Retrata-se, esquematiza-se, materializa-se a simplicidade da grandiosidade do que se anseia... O equilíbrio!
Pede-se tão pouco! Custa tanto!
O medo de saber mais, de descobrir o que não se quer, atrofia a resolução.
Agita-se a alma, acompanham as noites bambeantes, as insónias já fazem parte.
Desperta-se para um dia já cansado, de tanto "trabalhar" nas não decisões.
Expecta-se que terceiros, não envolvidos e muito menos sofridos agilizem com a clarividência do que desconhecem os nosso maiores temores.
O medo de ruir impede o crescimento, minora a posição.
Foge-se para os caminhos mais fáceis, cria-se o afastamento do que se tem de precioso.
Facilita-nos a derrota! Ninguém por perto, ninguém a quem colateralmente se possa ferir, ninguém para nos apontar o dedo do que deveria e não foi.
Os sonhos, que na verdade não passam de sonhos. Sonhos falados, sentidos?
Vai-se acreditando que são comuns, que são partilha... e se não existirem na realidade?
Derrotas somadas. Derrotas, capítulo atrás de capítulo. Derrotas em todas as histórias, nas cruzadas e paralelas.

Hoje questiono-me!
Hoje vivo a autocomiseração, provocada pela presunção de achar que sempre agi para viver cenários diferentes. Será que sim?
Penso que não.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

terça-feira, 8 de outubro de 2013

“Hormonalmente” descompensada




Choro o altruísmo dos outros
Choro o altruísmo de quem age genuinamente.
O coração fica pequeno com a sensibilidade da música, que atropela com todo o seu poder, os meus sentidos.
Sinto saudades de tudo o que tenho.
Minha mente corre em direcção aos que mais amo.

Quero abraçar, e dizer o quanto saudosa estou do bom que tenho.

Pequenos episódio incluídos nas rotinas, cenários paralelos, existências reais, esquecidas, e tão cheias de tudo.
Individual, conjunto.
Sintonia cambaleante.
Tudo é perfeito!

sábado, 17 de agosto de 2013

Plagiando Fernando Pessoa

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

...

terça-feira, 13 de agosto de 2013

sábado, 30 de março de 2013

domingo, 17 de março de 2013

Cada linha, cada sentir

Fecho os olhos, correm-me as lágrimas...
Lamecha!? Pirosa!?
Não me sinto como tal.
Verdade é, que não me enquadro nos cenários dos grandes romantismos, mas não deixo de ser sensível a eles.
Talvez mecanismos desenvolvidos ao longo dos anos de forma a desdenhar gestos, momentos, atenções que  nunca existiram... Mas isso não interessa nada!
Hoje sou feliz ! Hoje estou feliz!
Feliz de ser, feliz de estar, feliz por amar !
Identifico cada linha, cada palavra, cada paragem, cada expressão, em ti!

quinta-feira, 14 de março de 2013

Minas e armadilhas,

Será normal palmilhar chão, e criar as próprias minas, que no regresso, por esquecimento ou leviandade são tenebrosas armadilhas ?
Pareço ser perita no assunto.
Quanto mais trabalho a mina , mais me esqueço do poder da armadilha!
Reincidente no incómodo. Vincada na matéria! Insistente no querer, vou empurrando para fora do caminho.
Qual é o caminho?
Caminhos que poderiam ser tão simples de percorrer vão parecendo picadas.
Quero esquecer, fingir que estes momentos de raiva  existiram.
A verdade é bem mais dolorosa porque de facto existiram, e criam novas cobranças.

Vai nos valendo a vontade de estar, o saber, a genuinidade  do nosso sentir.
Espero que estes tapetes nos conduzam a destino.
Acredito que sim.
Sei que dentro de toda a sensibilidade que existe , há a solidez do já vivido, e de como foi vivido.

Criar a nossa história.
Construir as nossas fundações, com carácter e espírito sano.
Amar sem medo
Sentir acreditando
Saber sem fingir



quarta-feira, 13 de março de 2013

SENSÍVEL

Descrevo-nos assim.
Uma relação sensível.
Melindras-te
Melindro-me
Acho, que embora tenhamos tido imensas conversas sobre o assunto, apenas serviram para fortalecer a sensibilidade.
Nao sinto que estejamos bem.
Para isso n faz sentido insistirmos.
Queremos!? Amamo-nos!?
O que nos leva a persistir qdo tanto sofremos.
Estamos a causar dor um ao outro.

Hoje se não insistisse nada dizias  uauuuuuuu... (aquela transparencia!)
tá-se bem!
como diz a canção " ninguém é de ninguém.... mmm qdo se ama alguém"

pelos vistos a tua relação até melhorou com a separação...
há casos assim melhores amantes que marido e mulher.

Estou mesmo mesmo mesmo derrotada.

fui!