Anos de desejo, de vontade , de expectativas!
Anos que passam, e para trás fica o futuro de um presente inerte.
Vontades que pouco valem quando acompanhadas do medo de agir.
Sabe-se o que se quer. Retrata-se, esquematiza-se, materializa-se a simplicidade da grandiosidade do que se anseia... O equilíbrio!
Pede-se tão pouco! Custa tanto!
O medo de saber mais, de descobrir o que não se quer, atrofia a resolução.
Agita-se a alma, acompanham as noites bambeantes, as insónias já fazem parte.
Desperta-se para um dia já cansado, de tanto "trabalhar" nas não decisões.
Expecta-se que terceiros, não envolvidos e muito menos sofridos agilizem com a clarividência do que desconhecem os nosso maiores temores.
O medo de ruir impede o crescimento, minora a posição.
Foge-se para os caminhos mais fáceis, cria-se o afastamento do que se tem de precioso.
Facilita-nos a derrota! Ninguém por perto, ninguém a quem colateralmente se possa ferir, ninguém para nos apontar o dedo do que deveria e não foi.
Os sonhos, que na verdade não passam de sonhos. Sonhos falados, sentidos?
Vai-se acreditando que são comuns, que são partilha... e se não existirem na realidade?
Derrotas somadas. Derrotas, capítulo atrás de capítulo. Derrotas em todas as histórias, nas cruzadas e paralelas.
Hoje questiono-me!
Hoje vivo a autocomiseração, provocada pela presunção de achar que sempre agi para viver cenários diferentes. Será que sim?
Penso que não.
terça-feira, 22 de julho de 2014
terça-feira, 15 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
“Hormonalmente” descompensada
Choro
o altruísmo dos outros
Choro
o altruísmo de quem age genuinamente.
O
coração fica pequeno com a sensibilidade da música, que atropela com todo o seu
poder, os meus sentidos.
Sinto
saudades de tudo o que tenho.
Minha
mente corre em direcção aos que mais amo.
Quero
abraçar, e dizer o quanto saudosa estou do bom que tenho.
Pequenos episódio incluídos nas rotinas, cenários paralelos, existências reais, esquecidas, e tão cheias de tudo.
Individual, conjunto.
Sintonia cambaleante.
Tudo é perfeito!
sábado, 17 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
sábado, 30 de março de 2013
domingo, 17 de março de 2013
Cada linha, cada sentir
Fecho os olhos, correm-me as lágrimas...
Lamecha!? Pirosa!?
Não me sinto como tal.
Verdade é, que não me enquadro nos cenários dos grandes romantismos, mas não deixo de ser sensível a eles.
Talvez mecanismos desenvolvidos ao longo dos anos de forma a desdenhar gestos, momentos, atenções que nunca existiram... Mas isso não interessa nada!
Hoje sou feliz ! Hoje estou feliz!
Feliz de ser, feliz de estar, feliz por amar !
Identifico cada linha, cada palavra, cada paragem, cada expressão, em ti!
Lamecha!? Pirosa!?
Não me sinto como tal.
Verdade é, que não me enquadro nos cenários dos grandes romantismos, mas não deixo de ser sensível a eles.
Talvez mecanismos desenvolvidos ao longo dos anos de forma a desdenhar gestos, momentos, atenções que nunca existiram... Mas isso não interessa nada!
Hoje sou feliz ! Hoje estou feliz!
Feliz de ser, feliz de estar, feliz por amar !
Identifico cada linha, cada palavra, cada paragem, cada expressão, em ti!
quinta-feira, 14 de março de 2013
Minas e armadilhas,
Será normal palmilhar chão, e criar as próprias minas, que no regresso, por esquecimento ou leviandade são tenebrosas armadilhas ?
Pareço ser perita no assunto.
Quanto mais trabalho a mina , mais me esqueço do poder da armadilha!
Reincidente no incómodo. Vincada na matéria! Insistente no querer, vou empurrando para fora do caminho.
Qual é o caminho?
Caminhos que poderiam ser tão simples de percorrer vão parecendo picadas.
Quero esquecer, fingir que estes momentos de raiva existiram.
A verdade é bem mais dolorosa porque de facto existiram, e criam novas cobranças.
Vai nos valendo a vontade de estar, o saber, a genuinidade do nosso sentir.
Espero que estes tapetes nos conduzam a destino.
Acredito que sim.
Sei que dentro de toda a sensibilidade que existe , há a solidez do já vivido, e de como foi vivido.
Criar a nossa história.
Construir as nossas fundações, com carácter e espírito sano.
Amar sem medo
Sentir acreditando
Saber sem fingir
Será normal palmilhar chão, e criar as próprias minas, que no regresso, por esquecimento ou leviandade são tenebrosas armadilhas ?
Pareço ser perita no assunto.
Quanto mais trabalho a mina , mais me esqueço do poder da armadilha!
Reincidente no incómodo. Vincada na matéria! Insistente no querer, vou empurrando para fora do caminho.
Qual é o caminho?
Caminhos que poderiam ser tão simples de percorrer vão parecendo picadas.
Quero esquecer, fingir que estes momentos de raiva existiram.
A verdade é bem mais dolorosa porque de facto existiram, e criam novas cobranças.
Vai nos valendo a vontade de estar, o saber, a genuinidade do nosso sentir.
Espero que estes tapetes nos conduzam a destino.
Acredito que sim.
Sei que dentro de toda a sensibilidade que existe , há a solidez do já vivido, e de como foi vivido.
Criar a nossa história.
Construir as nossas fundações, com carácter e espírito sano.
Amar sem medo
Sentir acreditando
Saber sem fingir
quarta-feira, 13 de março de 2013
SENSÍVEL
Descrevo-nos assim.
Uma relação sensível.
Melindras-te
Melindro-me
Acho, que embora tenhamos tido imensas conversas sobre o assunto, apenas serviram para fortalecer a sensibilidade.
Nao sinto que estejamos bem.
Para isso n faz sentido insistirmos.
Queremos!? Amamo-nos!?
O que nos leva a persistir qdo tanto sofremos.
Estamos a causar dor um ao outro.
Hoje se não insistisse nada dizias uauuuuuuu... (aquela transparencia!)
tá-se bem!
como diz a canção " ninguém é de ninguém.... mmm qdo se ama alguém"
pelos vistos a tua relação até melhorou com a separação...
há casos assim melhores amantes que marido e mulher.
Estou mesmo mesmo mesmo derrotada.
fui!
Uma relação sensível.
Melindras-te
Melindro-me
Acho, que embora tenhamos tido imensas conversas sobre o assunto, apenas serviram para fortalecer a sensibilidade.
Nao sinto que estejamos bem.
Para isso n faz sentido insistirmos.
Queremos!? Amamo-nos!?
O que nos leva a persistir qdo tanto sofremos.
Estamos a causar dor um ao outro.
Hoje se não insistisse nada dizias uauuuuuuu... (aquela transparencia!)
tá-se bem!
como diz a canção " ninguém é de ninguém.... mmm qdo se ama alguém"
pelos vistos a tua relação até melhorou com a separação...
há casos assim melhores amantes que marido e mulher.
Estou mesmo mesmo mesmo derrotada.
fui!
Subscrever:
Comentários (Atom)


